sábado, 3 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
apocalipse now
e viva o cara que animou a noite
dançando como a hélice de um ventilador quebrado
na porta da casa uma menina chega com seu namorado e encontra um amigo
ela apresenta os dois e voilá
qual o nome do cara
claro
o seu
já jurei que vou parar com essas coisas
tá bom
não jurei porque não sou de jurar nada
falar já basta
mas desde o cara crente na rua
e o chapeleiro maluco no sarajevo
o nome que mais ouço em situações das mais distintas é o seu
parece mensagem subliminar
você mandando pistas de que existe mesmo
mas pra quê
e viva o cara que animou a noite
dançando como a hélice de um ventilador quebrado
na porta da casa uma menina chega com seu namorado e encontra um amigo
ela apresenta os dois e voilá
qual o nome do cara
claro
o seu
já jurei que vou parar com essas coisas
tá bom
não jurei porque não sou de jurar nada
falar já basta
mas desde o cara crente na rua
e o chapeleiro maluco no sarajevo
o nome que mais ouço em situações das mais distintas é o seu
parece mensagem subliminar
você mandando pistas de que existe mesmo
mas pra quê
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
domingo, 28 de dezembro de 2008
em última instância prefiro acreditar em gente
na essência humana
enquanto nos mantemos gente conseguimos fugir de taurinos e virginianos
de coisas de homem ou coisas de mulher
gente
não rótulo
enquanto nos mantemos gente somos capazes de decidir
de temer
de escolher
- - -
eu quero ficar com um olho aberto outro fechado
um pra te imaginar outro pra ver que você não está aqui
- - -
que eu faço com isso aqui dentro
acho que o nome é angústia
alterno entre a alegria e a tristeza
mais rápido do que se pode imaginar
quando você vem na minha memória com todas as suas coisas bonitinhas
seu jeito de me olhar
me encho das melhores coisas que já senti
minha perna treme
mas às vezes eu lembro que você
é como aquele que parte
aquela parte que já não estará
vontade de fechar os olhos
e dormir
dormir
dormir
nos sonhos você vem
eu fico um tempo sem saber se é real
e como com você eu fico sempre sem saber o que é real
a sensação é muito parecida
ontem quando fui dormir
você continuava ali no meu abraço
seu sorriso lindo
e depois
como o gato da alice
foi sumindo
indo
indo
queria ativar o teletransporte
e estar agora bem longe daqui
enchendo meus olhos de lugares
que é pra ver se preencho o espaço
esse espaço todo aqui dentro
que eu guardei pra você
na essência humana
enquanto nos mantemos gente conseguimos fugir de taurinos e virginianos
de coisas de homem ou coisas de mulher
gente
não rótulo
enquanto nos mantemos gente somos capazes de decidir
de temer
de escolher
- - -
eu quero ficar com um olho aberto outro fechado
um pra te imaginar outro pra ver que você não está aqui
- - -
que eu faço com isso aqui dentro
acho que o nome é angústia
alterno entre a alegria e a tristeza
mais rápido do que se pode imaginar
quando você vem na minha memória com todas as suas coisas bonitinhas
seu jeito de me olhar
me encho das melhores coisas que já senti
minha perna treme
mas às vezes eu lembro que você
é como aquele que parte
aquela parte que já não estará
vontade de fechar os olhos
e dormir
dormir
dormir
nos sonhos você vem
eu fico um tempo sem saber se é real
e como com você eu fico sempre sem saber o que é real
a sensação é muito parecida
ontem quando fui dormir
você continuava ali no meu abraço
seu sorriso lindo
e depois
como o gato da alice
foi sumindo
indo
indo
queria ativar o teletransporte
e estar agora bem longe daqui
enchendo meus olhos de lugares
que é pra ver se preencho o espaço
esse espaço todo aqui dentro
que eu guardei pra você
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
lembro da frase da frida kahlo escrita na parede da sala na casa da vilinha
lembro da vilinha
e dos sonhos que eu dividia
de uma casinha
uma rede na varanda
plantinhas
lembro que a ausência era uma coisa dolorida
e achei mesmo que nunca conseguiria dizer adeus
por muito tempo eu achei
agora tenho uma dor grande aqui
tão minha
só minha
não sei como fazer pra tirar isso de mim
lembro da vilinha
e dos sonhos que eu dividia
de uma casinha
uma rede na varanda
plantinhas
lembro que a ausência era uma coisa dolorida
e achei mesmo que nunca conseguiria dizer adeus
por muito tempo eu achei
agora tenho uma dor grande aqui
tão minha
só minha
não sei como fazer pra tirar isso de mim
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